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02/02/2006 01:52
Será que isso ainda funciona?! Será?! Será?!?!
enviada por LoGaN
27/05/2004 23:19
Venho em silêncio acompanhar o fim do blog. Fico triste, assim como muitos outros, pois este é o canal de comunicação da comunidade laranja e até de outros que não são laranjas, são pescadores ou aparecem de vez em quando, mas não pude evitar de pensar em algumas questões.
Onde estão aqueles indivíduos que tanto questionaram a gestão da máquina? O Senhor Luís Vinícius, vulgo "Bambu", o Senhor Gerson "Supersafo", o rei da moral? O único "rebelde", este merece o meu respeito, que tentou fazer algo foi o nosso polêmico Brunow, um rapaz repleto de boas intenções, mas que infelizmente esbarrou na sua incapacidade técnica.
Parece que estes senhores queriam apenas tumultuar a gestão do Sr. Logan, "The Machine", como ele faz questão de frisar. Não tiveram a tal hombridade para aproveitar o declínio da máquina e fazer com que "o Brasil parasse", fazer com que a comunidade tivesse a oportunidade de conhecer uma nova gestão. Esconderam-se, de forma medíocre e sem a tal moral, pois só vivem para criticar e gerar desordem. Acho melhor vocês pedirem abrigo para os vigias das UFF´s da vida, pois lá vocês devem ter essa tal moral. Aproveitem e durmam de cueca e no ar condicionado, pois isso é ter hombridade. Um dia vou ser que nem vocês, assim, cheio de moral.
Atenciosamente,
Pete "Maverick" Mitchell
enviada por Maverick
13/05/2004 22:40
> Treino de Bball <
Dia: n sei
Hora: n sei
Quem vem: Eu que pergunto =)
Leo, LoGaN (confirmados), SS (depende do dia e da hora)
Objetivo: Melhorar o nível dos "jogadores"
Treinador: HS =)
Quem tiver interesse me manda um email dizendo o dia e a hora que poderá vir.
PS: fOck Railaits !
enviada por HS "Main Event"
02/05/2004 14:11
enviada por LoGaN
30/04/2004 16:23
Basquete do Trabalho
- 1º de maio(sábado) na AABB - LAGOA.
- R$5,00 por pessoa
- 9:00 em ponto
- narração: Júnior do Prédio
- fotógrafo: Rodrigo "Logan" Cepa
- figuração: MOFJOHN
enviada por ViNi
28/04/2004 21:37
Fala ai laranjada, queria convidar quem tiver moral e atitude pra assistir esse filme comigo no Dia 2 de maio às 19h no CCBB. E lembrando q não precisa ter nenhuma moral pra ir ao show do Los Hermanos, CPM22, CBJr, Detonautas, Pitty, etc... Sem querer discutir a qualidade musical das peças citadas, mas são todas bandas da moda e desde de qdo é preciso ter moral pra ver alguma coisa q todo mundo gosta? francamente eu não entendo.
Segue um comentário escrito por Luís Alberto Rocha Melo(quem?) sobre o filme.
Memórias de Um Estrangulador de Louras, filme rodado em Londres no ano de 1971, inaugura a fase de Julio Bressane no exterior, logo após Cuidado, Madame, sua derradeira experiência na Belair com Rogério Sganzerla. Memórias de um Estrangulador de Louras pertence a um período intermediário, do qual ainda fazem parte Amor Louco (Inglaterra, 1971), A Fada do Oriente (Marrocos, 1972) e Lágrima Pantera (EUA, 1972), filmes até hoje desconhecidos, mesmo para o público iniciado. Bressane retomaria a sua carreira no Brasil somente em 1973, realizando O Rei do Baralho nos estúdios da Cinédia.
O máximo no mínimo: tal é a concepção básica de Memórias de Um Estrangulador de Louras. Câmera, ator, cenário, música do enquadramento, silêncio sonoro, corpo-texto em movimento sobre tela. Optando pelo minimalismo, Bressane acaba atingindo a multiplicidade do universo cinematográfico. Memórias de um Estrangulador de Louras é como um feto que bóia, louco e feliz, no útero-Cinema. De uma simplicidade surpreendente e inspiradora, Memórias de Um Estrangulador de Louras deveria ser exibido nas TVs, de preferência na Sessão da Tarde, para deleite de crianças acamadas e febris. Ao longo de seus 70 minutos, reverberam ali ecos de uma cinemateca imaginária, essencialmente poética. Suspense, cinema mudo, Buster Keaton, documentários sobre animais, cinema arqueológico, super-oito e Orson Welles, Fritz Lang filtrado por Bresson.
Memórias de um Estrangulador de Louras é rigoroso em sua musicalidade visual: a ação objetiva é mínima, mas o em torno é o que conduz ao mistério. O cinema sempre foi sonoro e qualquer diálogo pode ser imaginado pelo espectador, ainda que não haja fala na pista de som nem cartelas com legendas. No caso de Memórias de um Estrangulador de Louras, um filme sem diálogos, o gesto vem carregado de intenções literárias, poéticas, inclusive em sua estrutura. Os longos planos frontais que comprimem o estrangulador (Guará) num quarto de um apartamento ou sentado na latrina de um banheiro; o close nas mãos de Guará sendo cuidadosamente lavadas numa pia; os planos em perspectiva e as interferências radicais na própria imagem (a mão que treme, tal como uma bandeira ao vento, diante da objetiva, obstruindo o rosto insondável de Guará), todos estes recursos revelam mais sobre o personagem do que quilômetros de diálogos psicológicos, sendo ainda uma excelente saída para condições precárias de produção: quem não tem som direto, caça com arquivo sonoro da BBC.
A figura do estrangulador pode ser interpretada de diversas maneiras: impotente, louco, pervertido ou simplesmente um pacato escritor burguês que se delicia expondo ao seu público algumas aberrações. Nenhuma dessas hipóteses é realmente válida, já que Memórias de um Estrangulador de Louras independe de um entendimento estritamente racional. O fluxo do filme é também o do inconsciente: o flash-back e a cronologia servem aqui como elementos fundamentais na concatenação das ações e na criação do clima onírico. Bressane faz questão de lançar mão de ganchos tradicionais para melhor "fechar" a estrutura narrativa (se é que é correto falar em narrativa, neste caso). O filme abre com a infância do personagem, desenvolve-se na espiral de suas ações repetidas (o assassinato em série das louras) e termina com o crepúsculo do estrangulador, agora um velhinho de aparência inofensiva que escreve suas memórias. Ou seja, Memórias de um Estrangulador de Louras utiliza os recursos cinematográficos com a sem-cerimônia já indicada na lição de Rogério Sganzerla: "ser acadêmico quando interessa".
Mas é no interior das ações que se repetem, que a transformação poética das imagens ocorre. Memórias de um Estrangulador de Louras faz lembrar aqueles planos wellesianos nos quais uma série de espelhos dispostos em perspectiva multiplicam a imagem do ator, tal como ocorre, por exemplo, em A Dama de Shangai e em Cidadão Kane. A montagem de Memórias de um Estrangulador de Louras é como a ordenação desta série de espelhos deformadores: onde reside a imagem original, concreta, verdadeira? Seria ela de fato existente? Ou tudo não passaria de pura ficção bidimensional, documentário inconsciente, poesia concreta de acetato?
Em Memórias de um Estrangulador de Louras, Julio Bressane posiciona-se na infância do cinema. Olha a realidade com olhos saltados. Balbucia palavras. Cataloga ludicamente ruídos e músicas. Namora bem de perto a inocência cinematográfica.
Saltemos para o Rio de Janeiro de 1980. Próximo às ruínas dos cenários de O Gigante da América, rodado no estúdio da Magnus Filmes (de Jece Valadão), Bressane, carregando um Nagra e um direcional e acompanhado de uma equipe mínima de reportagem, procura por Radar. Quem é Radar? Radar é o apelido de Leovigildo Cordeiro, o montador de vários filmes cariocas do Beco da Cinelândia, de inúmeras pornochanchadas e inclusive dos filmes de Bressane. Radar, ator em várias pontas, ligado à marginália e à polícia, é o personagem central deste documentário inspiradamente intitulado Cinema Inocente a meu ver, um dos melhores filmes de Bressane.
Aqui, a "inocência" perdida do cinema não está, como em Memórias de um Estrangulador de Louras, na própria estrutura, na pulsação das imagens realizadas pelo seu diretor. Ao contrário: não há inocência alguma em sua concepção. O "cinema inocente" do título é, por exemplo, a pornochanchada realizada no Beco ou na Boca , é o cinema de Nilo Machado, o cinema do qual o próprio Radar seria um exemplo típico.
Não há o intuito de "documentar" tradicionalmente este cinema, tampouco de registrar imagens por si sós reveladoras, como nos idos tempos de Bethânia Bem de Perto (1966). Bressane busca diferenciar-se daquilo que filma. Se em Memórias de um Estrangulador de Louras há muita rigidez nos enquadramentos fixos, em compensação temos também uma entrega muito grande em relação à construção ficcional talvez por isso a leveza e o humor. Em Cinema Inocente, a câmera de José Sette de Barros abole qualquer ponto fixo, qualquer rigidez na "composição" da imagem. Bressane está em quadro, e é ele quem faz o som. Som e imagem vão às vezes para sentidos opostos e a harmonia dissonante que surge deste esquema é que dá o tom anticonvencional pretendido.
Há, claro, certa impostação, certo pedantismo na estrutura de Cinema Inocente. Em alguns momentos, a impressão que temos é a de que o realizador só se interessa pelo personagem central na medida em que ele serve à criação de um determinado clima ficcional próximo do cinema policial, do filme noir ou do suspense. Por outro lado, a utilização das imagens de arquivo (pornôs, filmes antigos), deixa claro que a "inocência" é sempre matéria de um cinema naïf, "primitivo". O experimentalismo, a poesia, a "inocência" deste "primitivismo" acabam, por fim, se irmanando na "sintonia intergalaxial" (Jairo Ferreira).
Mas o que justamente revela um filme como Cinema Inocente é que, apesar da convergência, estes vários cinemas nascem de conjunturas e de situações de produção muito diferentes. Apesar do tom extremamente leve e agradável e de sua inventividade às vezes fascinante, Cinema Inocente é um filme aristocrático. Um filme que acaba por revelar a diferença que existe entre o que se convencionou chamar de cinema marginal (na verdade, um cinema de referências culturais muito específicas e sofisticadas) e o cinema popular - que já não existe mais. Bressane não se preocupa em falar desta diferença, mas ela o trai, simplesmente tornando-se clara, cristalina, na própria feitura de seu filme.
Em Memórias de um Estrangulador de Louras, Bressane está diante de si mesmo, enclausurado em uma espécie de monólogo poético. Em Cinema Inocente, o ponto de partida é o inverso, ou seja, é o diálogo. Ou melhor, o conflito através do choque das imagens e dos sons. E se em "Memórias..." Bressane tratou de estrangular as louras, em Cinema Inocente por pouco ele não escapa de ser estrangulado pelo próprio Radar.
Possível síntese entre essas duas experiências que distam de quase dez anos (Memórias de um Estrangulador de Louras e Cinema Inocente) é o curta Viola Chinesa, realizado em 1975, também em 16mm, com Grande Otelo, um filme-mensagem-manifesto-carta de amor lançada ao mar para futuros monstros caraíbas.
enviada por Kareka
22/04/2004 12:45
COCA-COLA VIBEZONE 2004
[Fiz o post resumido... qq coisa, http://cocacolavibezone.com.br/]
>>>Abertura dos portões: 17h
14 de Maio
19:00h - Show Three Days Grace
20:20h - Show Pitty
22:00h - Show CPM22
00:00h - Show O Rappa
15 de Maio
19:00h - Show Three Days Grace
20:20h - Show Los Hermanos
22:00h - Show Detonautas
00:00h - Show Titãs
>>>PREÇOS
Inteira: R$60
Inteira com Rótulos inteiros de Coca Cola 600ml decorados especialmente para o Evento = R$55
Meia R$30
Meia + Rótulos inteiros de Coca Cola 600ml decorados especialmente para o Evento = R$25
*** Desconto com prova de compra apenas para a venda nos pontos de venda. Não serão aceitos rótulos para compra pela tele entrega.
· Para a validade de meia entrada serão aceitas todas as carteiras de estudantes, cursos profissionalizantes, técnicos, artísticos, culturais, entre outros, bem como a comprovação da menoridade civil nos termos da Medida Provisória nº 2.208 de 2001.
PONTOS DE VENDA
INÍCIO DAS VENDAS: 23 de abril
Lojas Oi
Forma de pagamento: a vista com dinheiro.
Endereços Lojas Oi:
Horário de venda: de 10h as 22hs (seg. a sab.) / 15h as 21h (dom.)
* Barrashopping - Av. das Américas,4666 LJ 120
* Norte Shopping - Av. Dom Helder Câmara, nº 5474 - 1º piso
Horário de venda: de 09h as 19h (seg. a sex)
Centro - Rua da Quitanda 63
Horário de venda: de 09h as 19h (seg. a sext) / 09h as 14h (sab.)
* Ipanema - R. Visconde de Pirajá 452 Lj 01
Lojas Bob's
Forma de pagamento: a vista com dinheiro.
Endereços Loja Bob's:
Horário de venda: de 10h as 22hs (seg. a sab.) / 15h as 21h (dom.)
Rio Sul - Lauro Müller, 116 lj 201 parte
Bay Market - AV. Visconde de Rio Branco, 360 lj 301 Niterói
Tijuca Off Shopping - Barão de Mesquita, 320 - Tijuca
OBS.: Pontos de venda somente para venda antecipada. Nos dias do show os ingressos estarão disponíveis na bilheteria do local.
JÁ É ! EU VOU NOS 2 DIAS. QUEM TEM MORAL PRA IR COMIGO ?
enviada por SuperSafo
12/04/2004 13:15
O BRASIL PAROOOOOOOOOU!!!!
Essa figurinha a gorda invejosa nao tem no seu album!

enviada por solomon
12/04/2004 10:39

enviada por LoGaN
11/04/2004 19:23
>>> Dedicado às pessoas que têm atitude...
Lei de meia-entrada do Estado do Rio de Janeiro
LEI Nº 2519, DE 17 DE JANEIRO DE 1996.
Institui a cobrança de meia-entrada em estabelecimento culturais e de lazer do Estado do Rio de Janeiro
O Governador do Estado do Rio de Janeiro,
Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
Art. 1º - Fica assegurado aos estudantes matriculados regularmente em Instituições de Ensino de 1º, 2º e 3º graus das redes públicas e/ou particular, o pagamento de meia entrada do valor efetivamente cobrado para o ingresso em locais de diversão, de espetáculos teatrais, musicais e circenses, em casa de exibição cinematográfica, praças esportivas e similares das áreas de esporte, cultura e lazer no Estado do Rio de Janeiro, na conformidade da presente Lei.
Parágrafo único - Consideram-se casas de diversões, para efeito da presente Lei, qualquer local que proporcione entretenimento e lazer.
Art. 2º - Para benefício da presente Lei, os estudantes deverão apresentar a Carteira de Identificação Estudantil da UNIÃO NACIONAL DOS ESTUDANTES - UNE e/ou da UNIÃO BRASILEIRA DOS ESTUDANTES SECUNDARISTAS - UBES.
Art. 3º - Pela presente Lei, ficam as direções das Instituições de Ensino de 1º, 2º e 3º graus obrigadas a fornecerem, anualmente, às entidades representativas dos estudantes, listagens dos alunos regularmente matriculados em seus cursos.
Art. 4º - O Poder Executivo fornecerá listagem dos locais sujeitos à aceitação da meia-entrada no Estado do Rio de Janeiro, em conformidade com a presente Lei.
Art. 5º - VETADO
Art. 6º - O Poder Executivo dentro do prazo de 60 (sessenta) dias, a contar da publicação da presente Lei, procederá a sua regulamentação, provendo, inclusive, sanções aos locais infratores, variáveis de 5 (cinco) a 10 (dez) UFERJ's.
Art. 7º - Esta Lei entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
Rio de Janeiro, 17 de janeiro de 1996.
MARCELLO ALENCAR
Governador
*Projeto de autoria do deputado Wagner Siqueira
-->> Espero que sirva pra alguém. Vamos correr atrás dos nossos direitos !
enviada por SuperSafo
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